TTverde


Batalha dos Bancos: Fintech contra a Velha Guarda

Houve um tempo em que o banco - talvez o seu Lloyds de rua ou, se você fosse um menino de aspirações internacionais, o carro-chefe da cidade HSBC - era o lugar onde você marcava os momentos mais formativos de sua vida: substituindo o brilho de um cofrinho de cerâmica para os dígitos, esterilidade e promessa que vinha com a conta de um jovem poupador; mergulhando para uma hipoteca em troca da segurança de quatro paredes, um telhado e anos de pagamento que parecem nunca ter fim; ou simplesmente tocando no teclado de um caixa eletrônico na esperança de um fim de semana muito bom e sem leme pela frente.

Mas com a mudança dos tempos – o perpétuo ciclo democrata-republicano-democrata-republicano de presidentes dos EUA; a mudança do Facebook de Big Zuck para o Instagram de Big Zuck; os julgamentos e resgate de Ben Affleck e J-Lo – a tecnologia financeira moderna (também conhecida como fintech) alterou a própria natureza do jogo bancário, não apenas fornecendo os serviços tradicionais e convencionais, mas também muito mais, fornecendo avanços em seu salário mensal para oferecer a opção de pagar incrementalmente por produtos online.

Com essas startups avaliadas em bilhões e aparentemente superando seus principais rivais, estamos começando a ver a lenta ruína de Wall Street e Canary Wharf, ou estamos apenas em outra bolha prestes a estourar?

Desde então, o fundador da Monzo, Tom Blomfield, deixou o banco desafiante, mas sua empresa continua a prosperar

Quem são os impulsionadores e agitadores da FinTech?